Espanha

SANTIAGO COMPOSTELA

Os caminhos de Santiago sA?o universalmente celebrados. De toda a parte se pode comeA�ar o caminho para Santiago. Para nA?s portugueses, pelo menos, uma vez na vida devemos celebrar o ApA?stolo.

A nossa proposta junta a efemA�ride de Santiago e da monumental Catedral com as pequenas maravilhas da nossa vida e sobretudo com riqueza de pequenas histA?rias. A ida a Compostela A� um bom pretexto para visitar a belA�ssima Igreja de SA?o Francisco no Porto com a sua notA?vel talha dourada barroca do Secc. XVIII, ou ficarmos a conhecer a histA?ria do CA?lice de S. Geraldo do Sec. X da SA� de Braga.

Ainda em Compostela visitaremos o chamado casco medieval e vamos surpreender-nos com pequenas igrejas e lugares como o Mosteiro de de S. Palayo e a emblemA?tica Praza da Quintana.

A caminho, ainda algum tempo para visitarmos a fabulosa biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra.

Em pouco tempo, muitas histA?rias e muitas visitas.

Cidades a visitar:A�Porto; Braga; Coimbra; Compostela

EsforA�o FA�sico:A�FA?cil

NA? de Pessoas:A�25 atA� 45 no mA?ximo

Lugares marcantes:A�A�SA� de Braga;A�Biblioteca da Universidade de Coimbra;A�Catedral de Compostela;A�Mosteiro de S. Pelayo;A�Mosteiro de San Martin PinA?rio;A�Convento de SA?o Francisco

 

 

 

 

 

 

 

GRANADA

O comeA�o da visita aos lugares onde viveu e passeou SA?o JoA?o de Deus pode ser feito com ajuda do Museo de San Juan de Dios a�� na Casa dos Pisa. Aqui encontra alguns dos bens e pertences de SA?o JoA?o de Deus. Imaculado, encontra-se o quarto onde morreu e se tornou local de peregrinaA�A?o.

Da Casa do Pisa, A� obrigatA?rio passar pelo antigo Hospital Real (hoje biblioteca da cidade) onde se encontra a cela onde esteve JoA?o de Deus internado. NA?o deixar de olhar na Rua Elvira a livraria onde o entA?o JoA?o vendia os seus livros. Existem inA?meras ruas cheias de histA?rias ligadas ao Santo a�� Rua da Pavaneras, com a Casa dos Tiros a�� um dos primeiros hospitais criado por SA?o JoA?o de Deus ou a Rua da Colcha onde se cruza com o seu sucessor Anton Martin. A visita acaba na PraA�a Bib-Rambla sem esquecer a magnifica Catedral de San Juan de Dios que o seu estilo Barroco guarda os restos e as relA�quias do Santo.

Para almoA�ar em Granada, nada como experimentar um boteco de rua. Granada A� uma cidade cheia de vida e uma com uma atmosfera vibrante. Sugerem-se vA?rios restaurantes de Tapas, mas sugerimos sempre a Bodega CastaA�eda na Rua Elvira.

Durante o VerA?o, Granada, tal como o resto da Andaluzia fica vazia depois do almoA�o. NA?o recomendamos. Mas com o tempo ameno da Primavera ou Outono, pode-se recomeA�ar um passeio ao centro da cidade. Existem lugares icA?nicos, como a Catedral Metropolitana de la EncarnaciA?n de Granada ou o pequeno souk no centro da cidade.
No final do dia nA?o deve deixar de subir ao Albacyn a�� o bairro A?rabe com as melhores vistas para o palA?cio do Alhambra. Aqui para alA�m das vista do Mirador de San Nicolas, encontra vA?rias casas de chA?, bem tipicas, e um lugar muito especial, sA?o Banhos A?rabes como sejaA� El BaA�uelo.

Aproveitar o momento em Albacyn e fazer o jantar com vista para o PalA?cio de Alhambra. Aqui temos muitas alternativas, mas sugerimos talvez o Carmen Verde Luna. Despretensioso, bonito por dentro e com uma vista assombrosa de Alahambra.

Deixamos de fora o PalA?cio de Alhambra, apenas um dos monumentos mais visitados na Europa. A qualquer hora do dia e a qualquer dia da semana,A� sA?o turistas de todo o mundo a visitar os palA?cio e os jardins. Merece um dia, ou pelo menos um manhA? bem fresca e primaveril para ser visitada.

Cidades a visitar:A�A�Montemor-o-novo; CA?rdova; Granada; Sevilha

EsforA�o FA�sico:A� Moderado

NA? de Pessoas:A�25 atA� 45 no mA?ximo

Lugares marcantes:A�Cripta da Igreja Paroquial de Montemor-o-Novo;A�Mesquita e Catedral de CA?rdova;

BasA�lica de SA?o JoA?o de Deus;A�Catedral de Granada;A�Alhambra;A�PalA?cio Carlos V; Bairro de Albacyn;A�Museu do Pisa

 

 

 

 

 

 

 

 

MA�RIDA

Pode ser cruel e injusto mas a arquitectura e espaA�os do Museu Nacional de Arte Romana, sA? por si chegava para uma viagem a MA�rida. Virtuosa e magnifica, arquitetura e desenho do Museu A� a melhor referA?ncia e tributo A� historia e passado Romano da cidade.

Do arquitecto Rafael Moneo, fundado em em Setembro de 1986 a A?nica critica que se pode fazer A� ao facto de ser tA?o eloquente que nos absorve a atenA�A?o em detrimento dos objectos e da temA?ticaA� para que foi construA�do. MA�rito de quem o pensou e construiu.

Da coleA�A?o, o Museu centra-se nos objectos correspondentes A� A�poca romana desde a fundaA�A?o no ano 25 a.C. atA� A� queda do ImpA�rio no Ocidente no SA�c. V d.C. A estas peA�as juntam-se outras A�pocas a�� Visigodos, A�poca IslA?mica e medieval.A� As obras concentram-se sobretudo em esculturas, pinturas e utensA�lios. Para quem gosta, A� um prazer deambular pelos largos corredores do museu.
MA�rida, tornou-se na PenA�nsula IbA�rica no centro da arte romana. A visita a MA�rida, uma cidade tA?o perto de Portugal , mas muito esquecida pelos portugueses, vale pela presenA�a da A�poca e testemunho do ImpA�rio de Roma.

Por 12a�� por pessoa acede-se a todos osA� monumentos e museus romanos de MA�rida, desde o teatro e anfiteatro romano capaz de acolher 15.000 e 6.000 espectadores respectivamente, daqui podemos sair para o Circo Romano no original com mais de 400m de largura, passando pelo Portico del ForoA� atA� ao Templo de Diana. Sempre a pA�, nA?o deixar de entrar na BasA�lica de Santa EulA?lia, romA?nica e debaixo da qual se pode visitar o templo original, ou antigo convento de Santa Clara a�� actualmente museu dedicado A� A�poca Visigoda. Os vestigios de roma passam ainda pela Ponte Romana, Aqueduto ou Casa de Miltreo.

Capital da LusitA?nia, hoje capital da Extremadura espanhola, MA�rida cedo comeA�ou a aproveitar este activo chamado ImpA�rio Romano para se proclamar na capital IbA�ricaA� da arqueologia e vestigios romanos.

De MA�rida, podemos expandir a nossa visita a ciades vizinhas com tanto interesse e beleza como CA?ceres e o seu nA?cleo histA?rico, um dos mais bem perservados da Europa e dos mais antigos locais de Espanha a receber o selo de PatrimA?nio da Humanidade. Em CA?ceres uma outra histA?ria pode ser contada. CA?ceres e MA�rida juntas contam uma boa histA?ria do nosso passado.

Cidades a visitar:A�A�MA�rida;A�CA?ceres

EsforA�o FA�sico:A�Moderado

NA? de Pessoas:A�25 atA� 45 pessoas no mA?ximo

Locais marcantes:A�Museu Nacional da Arte Romana; Teatro e Anfiteatro Romano;A�Circo Romano;A�Portico del Foro;A�Templo de Diana;A�PonteA�Romana;A�Aqueduto;A�Casa de Miltreo

 

 

 

 

 

 

 

 

SEVILHA

Durante este ano de 2017, Sevilha celebra o IV CentenA?rio do nascimento de EstebA?n Murillo. Pintor Sevilhano, notabilizou-se como grande representante do Barroco Andaluz, e com grande referA?ncia do chamado nacional catolicismo que seduziu a Europa com as belA�ssimas Imaculadas. Inovador, introduziu o naturalismo no Barroco.

Nasceu em Dezembro de 1617 e produziu mais de um milhar de trabalhos, chegando atA� aos dias de hoje apenas 425 trabalhos, sobretudo pinturas. Morreu em CA?diz em 1682 quando caiu de um andaime enquanto pintava um grande quadro em A�leo no covento dos Capuchinhos.

Durante este ano e parte do prA?ximo as celebraA�A�es vA?o incluir exposiA�A�es, simpA?sios, concertos, publicaA�A�es e atA� uma festa barroca.

A catedral, o Hospital da Caridade, Igreja de Santa Maria Blanca ou PalA?cio Arcebispal sA?o alguns dos lugares onde se podem ver obras de Murillo no seu local de origem, no entanto algumas obras espalhadas por outos museus vA?o regressar a Sevilha para fazer parte deste evento a�� muitas das obras sairam de Sevilha aquando das InvasA�es Francesas e nA?o mais voltaram.

A pintura de Murillo tornou-se famosa com as Virgens Imaculadas que reflectiam o ar doce e compassivo que reconfortavam uma cidade que sofria as amarguras de uma peste que dizimou mais de metade da populaA�A?o Sevilhana.

Sevilha A� uma cidade de A�cons. Carregada de monumentos e locais a visitar, o mais dificil A� escolher. Por nA?s, talvez nos deixemos deslumbrar pelos pA?tios Andaluzes e fazer deles um pretexto para conhecer melhor mais do que uma cidade.

 

O que visitar
Dividimos o roteiro por Bairros e por temA?ticas.
O nossoA� primeiro roteiro comeA�a pela exuberA?ncia e grandiosidade da Av. das Delicias que nos leva a passar pelo PalA?cio de San Telmo – um dos monumentos sevilhanos que mais alteraA�A�es sofreu no que diz respeito A� sua funcionalidade – jA? foi Universidade, ColA�gio NA?utico, Arcebispado, SeminA?rio Diocesano e agora A� a PresidA?ncia da Comunidade AutA?noma ; do PalA?cio passamos pelo vizinho edifico da Universidade – antiga FA?brica de Tabacos e que no SA�c. XVIII foi maior construA�A?o Industrial da Europa. As largas avenidas levam-nos atA� ao Parque Maria LuA�sa, um enorme parque verde que envolve a majestosa e eloquente PraA�a de Espanha. Daqui podemos atravessar novamente o Parque Maria LuA�sa em direA�A?o A� (quase) improvA?vel PraA�a da AmA�rica.

Outro dos roteiros, de tA?o turA�stico,A� que se torna imprescindA�vel, A� juntar aA� visita A� Catedral de Sevilha, passando pelo Alcazar Real, juntando-lhe um passeio pelo tradicional Bairro de Santa Cruz. Aqui, convivem a monumentalidade dos grandes edifA�cios com as ruelas do bairro tradicional de Sevilha. Da Av. de La ConstituciA?n, ligam-se os caminhos para Igreja del Salvador,A� com a sua belA�ssima e muito perto a PraA�a Nova e da Igreja da AnunciaA�A?o, daqui seguimos pata Igreja do SagrA?rio, paredes meias com a Catedral o PA?tio das Laranjas e a Giralda. Em frente A� Catedral, fica o PalA?cio Episcopal, residA?ncia do Prelado, passamos pelo Real Alcazar atA� entramos no Bairro de Santa Cruz pela Rua Juderia. Aqui encontramos um conjunto sinuoso de ruas e praA�as que se traduzem na vida eA� alma de Sevilha: Beco da A?gua , PraA�a Alfaro Jardins de Murillo, PraA�a de Santa Cruz, PraA�a das Cruzes, rua de Santa Teresa – onde se encontra o Convento de San JosA� del Carmen que cotem objectos pessoais da Santa. De frente para o museu convento, encontra-se a Casa onde viveu o pintor Murillo, atA� chegarmos ao Hospital de Venerables Sacerdotes. Ao bairro de Santa Cruz, cola-se outro bairro bem tA�pico de Sevilha conhecido pela Juderia -aqui a visita comeA�a na Igreja de San Nicolas, bem na esquina da Igreja encontramos as Colunas Romanas. Perto, muito perto avista-se a Igreja de Santa Maria La Blanca, a Igreja de San Esteban e a Casa de Pilatos, onde chegamos ao Convento de Santa Maria de Jesus e A� Igreja de San Isidoro. A� A�A�

Existem outros dois percursos que merecem o nosso interesse. Um deles comeA�a na PraA�a da EncarnaA�A?o, local onde se encontra o estranho Metropol Parasol, um miradouro moderno que faz o contraste com todo o resto da cidade. Vizinha deste miradouro a BasA�lica de La Macarena – local obrigatA?rio de visita. Dentro deste percurso a nA?o perder a visita A� Igreja de SA?o LuA�s dos Franceses o PalA?cio da DuenA?s, o Convento de Santa PaulaA� e um pouco mais distante a Igreja de La Madalena.

O ultimo percurso A� junto ao rio Guadalquivir. Aqui, podemos comeA�ar na famosa praA�a de Touros La Real Maestranza, seguindo o rio atA� encontrarmos quarto edifA�cios cheios de histA?ria – Casa da Moeda, Hospital de La Caridad, Teatro Maestranza e a Torre del Oro. Atravessando a ponte de Triana, entramos noutra Sevilha; no final da ponte a Capela de CA?rmen, seguindo-se a Capela de Los Marineros e a Igreja de Santa Ana A�